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"E vós devereis levar no primeiro dia os frutos de boas árvores, ramos de palmeira, galhos de árvores e salgueiros.
E vós devereis alegrar-se perante o Eterno, seu Deus." (Leviticus 23)
Hoje, frutas, garrafas de óleo e água, e outros alimentos decoram a sucá, onde as refeições devem ser feitas acompanhadas de preces e agradecimentos.
A prece "Tu fazes o vento soprar e a chuva cair" é repetida diariamente durante o inverno, relembrando as preces feitas no templo pedindo por nos meses de inverno.
Nos Kibbutzim, junto aos riachos, crianças e adultos se reúnem. As crianças enchem seus jarros com água e carregam ramos de palmeiras, enquanto os adultos carregam tochas com fogo.
"Vós devereis tirar água da fonte da salvação com júbilo."
Finalmente a água é usada para extinguir o fogo, simbolizando o final do verão e a promessa de chuvas.
ESTÓRIA DE SUCOT
A recompensa índice
Viveu certa vez um homem muito caridoso. Era Hoshaná Rabá e sua mulher deu-lhe dez shekels e pediu-lhe para que comprasse algo para os filhos. Naquela ocasião, fazia-se uma coleta na praça do mercado, para uma pobre órfã que estava para se casar. Quando aqueles que coletavam o dinheiro avistaram o homem, disseram: "Aí vem uma pessoa muito caridosa." Dirigiram-se a ele, dizendo: "Gostaria de contribuir com esta causa nobre, pois queremos comprar um presente para uma noiva sem recursos?"
O bom homem doou todos os dez shekels que possuía. Ficou envergonhado de voltar para casa com as mãos vazias, e dirigiu-se então à sinagoga. Lá encontrou crianças brincando com etrogim (uma das quatro espécies usadas em Sucot) pois era Hoshaná Rabá (o sétimo dia de Sucot) e não havia mais necessidade dos etrogim. O homem juntou uma sacola repleta de etrogim e saiu em busca da sorte. Chegando a um local desconhecido, sentou-se sobre sua sacola, refletindo sobre o que fazer em seguida. De repente, foi abordado pelos oficiais do rei, que lhe perguntaram o que tinha naquela sacola.
"Sou um pobre homem e nada tenho para vender," respondeu ele. Eles abriram a sacola e constataram que estava cheia de etrogim. "Que tipo de fruta é essa?" perguntaram os oficiais. "São etrogim, uma fruta especial usada pelos judeus durante a Festa de Sucot."
Ouvindo isso, os oficiais agarraram-no juntamente com a bolsa e carregaram-no por todo o caminho até o palácio. Foi então que o homem entendeu o porquê de todo aquele entusiasmo: o rei estava muito doente e haviam-lhe dito que somente a fruta usada pelos judeus durante o festival de Sucot poderia curá-lo. Uma busca intensiva não tivera sucesso, e justamente quando toda a esperança parecia ter-se acabado, o bom homem chegara com uma sacola cheia de etrogim, desta maneira salvando a vida do soberano.
O rei recobrou a saúde e ordenou que a sacola esvaziada dos etrogim fosse preenchida com moedas de ouro. Nosso bom herói retornou para casa ricamente recompensado durante toda sua vida pela caridade que fizera.
Viveu certa vez um homem muito caridoso. Era Hoshaná Rabá e sua mulher deu-lhe dez shekels e pediu-lhe para que comprasse algo para os filhos. Naquela ocasião, fazia-se uma coleta na praça do mercado, para uma pobre órfã que estava para se casar. Quando aqueles que coletavam o dinheiro avistaram o homem, disseram: "Aí vem uma pessoa muito caridosa." Dirigiram-se a ele, dizendo: "Gostaria de contribuir com esta causa nobre, pois queremos comprar um presente para uma noiva sem recursos?"
O bom homem doou todos os dez shekels que possuía. Ficou envergonhado de voltar para casa com as mãos vazias, e dirigiu-se então à sinagoga. Lá encontrou crianças brincando com etrogim (uma das quatro espécies usadas em Sucot) pois era Hoshaná Rabá (o sétimo dia de Sucot) e não havia mais necessidade dos etrogim. O homem juntou uma sacola repleta de etrogim e saiu em busca da sorte. Chegando a um local desconhecido, sentou-se sobre sua sacola, refletindo sobre o que fazer em seguida. De repente, foi abordado pelos oficiais do rei, que lhe perguntaram o que tinha naquela sacola.
"Sou um pobre homem e nada tenho para vender," respondeu ele. Eles abriram a sacola e constataram que estava cheia de etrogim. "Que tipo de fruta é essa?" perguntaram os oficiais. "São etrogim, uma fruta especial usada pelos judeus durante a Festa de Sucot."
Ouvindo isso, os oficiais agarraram-no juntamente com a bolsa e carregaram-no por todo o caminho até o palácio. Foi então que o homem entendeu o porquê de todo aquele entusiasmo: o rei estava muito doente e haviam-lhe dito que somente a fruta usada pelos judeus durante o festival de Sucot poderia curá-lo. Uma busca intensiva não tivera sucesso, e justamente quando toda a esperança parecia ter-se acabado, o bom homem chegara com uma sacola cheia de etrogim, desta maneira salvando a vida do soberano.
O rei recobrou a saúde e ordenou que a sacola esvaziada dos etrogim fosse preenchida com moedas de ouro. Nosso bom herói retornou para casa ricamente recompensado durante toda sua vida pela caridade que fizera.
criado por rebeka.didio
23:09:05